IDE, O QUE TEMOS ANUNCIADO?


Ide, o que temos anunciado?

Anunciar, cumprir o IDE de Jesus. Tão fundamental e tão raro!

Eu estava lendo a Bíblia hoje e me deparei com este texto, e comecei a meditar nele, fazendo um paralelo entre a minha vida e a vida de Paulo. 

Vou sinalizar pontos que chamaram a atenção ao longo do texto.

De Mileto, Paulo mandou chamar os presbíteros da igreja de Éfeso.

Quando chegaram, ele lhes disse: “Vocês sabem como vivi todo o tempo em que estive com vocês, desde o primeiro dia em que cheguei à província da Ásia. Servi ao Senhor com toda a humildade e com lágrimas, sendo severamente provado pelas conspirações dos judeus”.

Paulo nos fala que apesar de estar sendo perseguido, estar sofrendo conspirações, ele continua pregando, anunciando e ensinado as pessoas. E faz isso de modo humilde, sem se tornar arrogante ou se amedrontar. Afinal, Paulo era um dos pregadores “top de linha”. 

Paulo simplesmente não para de fazer o que tem que fazer porque não é bem recebido e tem pessoas atrapalhando seu ministério. 

ELE NÃO PARA DE PREGAR!

Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa.

Paulo em seu ministério (nesse texto) se preocupou com o anuncio para salvar almas (em publico) e  com o anuncio de fortalecer, edificar, discipular e promover o crescimento das pessoas que já eram cristãs (nas casas).

Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a Deus com arrependimento e fé em nosso Senhor Jesus.

Paulo não escolheu pra quem ia pregar, não teve uma atitude excludente, nem julgou segundo os seus olhos e concepções quem ele devia abençoar levando as Boas Novas. Ao contrario, Paulo via as almas sedentas que gritavam por salvação sem saber se iam ou não contribuir de alguma forma, para a comunidade. Ele simplesmente desejava que as pessoas experimentassem a salvação e fossem salvas pela em Jesus, pelo Sacrifício da Cruz!

“Agora, compelido pelo Espírito, estou indo para Jerusalém, sem saber o que me acontecerá ali, senão que, em todas as cidades, o Espírito Santo me avisa que prisões e sofrimentos me esperam”. 

Paulo teve a chance de correr, ou até pedir pra que Deus não permitisse tais coisas: prisões e sofrimentos. Mas a Bíblia não relata isso. Paulo aceitou as consequências que a pregação do Evangelho e seu ministério trouxe a ele. Literalmente ele pagava o preço por ser quem era e fazer o que fazia. 

Note que Deus não permite que Paulo seja pego de surpresa, Ele avisa mais de uma vez o que se sucederá, prepara o coração e o psicológico de Paulo. Deus não da fardo maior do que nos podemos suportar, mas se estamos atentos a ouvir os sussurros do Espírito Santo, então Deus nos avisa das intempéries  que virão. 

“Vou passar pelo vale, mas Deus não me abandonou, pois antes mesmo de entrar no vale da sombra e da morte Ele já estava comigo, falando comigo e me sustentando”.

Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus. 

Jesus havia confiado a Paulo uma missão, e desta ele não correria, pelo contrario: fazer a vontade de Deus e o agradar era a vida de Paulo. Um dos maiores desafios era pegar a palavra de Deus, anunciar o evangelho da Graça.

Isso era o que Paulo pregava: Graça, Cristo, morte-ressurreição, arrependimento e salvação. E o testemunho que ele dava era alem de anunciar confirmar que de fato existe um Cristo que morreu e ressuscitou.

Morrer pra mim lucro! Já dizia Paulo. 

Então Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por minha causa, a encontrará.” (Mateus 16.24-25)

“Agora sei que nenhum de vocês, entre os quais passei pregando o Reino, verá novamente a minha face. Portanto, eu lhes declaro hoje que estou inocente do sangue de todos. Pois não deixei de proclamar-lhes toda a vontade de Deus”. (Atos 20.17-27)

Paulo tinha a certeza que não veria os irmãos em Cristo mais, e tinha certeza que ele não seria culpado se caso um deles viessem se desviar do caminho de Cristo, do Evangelho, pois ele havia pregado e ensinado dedicadamente a todos. A semente foi jogada, germinada, regada e crescia no coração dos irmãos. Logo, o que eles fariam com a planta (Reino de Deus neles) era responsabilidade de cada um.

Então, dentro disso tudo ficam as perguntas básicas para reflexão de cada um: 

 1. O  que temos pregado e ensinado as pessoas? Pregamos o Cristo ou pregamos o mundo? Pregamos a verdade de Cristo ou a nossa verdade?

 2. O que temos testemunhado? Afirmamos sobre Cristo ou sobre o Anti-Cristo? Nossa vida e palavras são testemunhos de Cristo?

 3. Temos sido seletos, excludentes, em nossas pregações? Escolhemos quem tem que receber a noticia da Salvação?

 4. Cuidamos de quem ta fora ou de quem ta dentro da igreja? Qual deles precisa mais? (Os dois precisam)

 5. Jesus te confiou algo? Se sim, o que tem feito com isso? Tem deixado as caras feias e as ondas contrarias te pararem ou tem seguido firme como Paulo     pregando e ensinando sem se acovardar?

6. Temos nos preocupado com nos mesmos e nosso futuro? Mas, temos ouvido o que Deus tem nos avisado? Temos sido preparados pela voz do Senhor?

Galera, eu sei que pego pesado às vezes, mas, não é mais hora de brincar de ser Cristão, não é mais à hora de brincar com Deus. Essa é a hora de buscarmos a Deus e o servimos com todo nosso coração, força, mente, corpo e alma. Jesus esta voltando. E mesmo se ele não estivesse voltando tão rápido Ele te confiou algo, e o que tens feito com isso? Como tem usado seu ministério? Seja uma testemunha de Cristo e não de Satanás. Seja um mensageiro de Deus e não de Satanás. Seja consciente! IDE, IDE, IDE. Pregai e anunciai o Evangelho com arrependimento, humildade e lagrimas. Não se afobe, nem se desespere, confie em Deus e não pare na caminhada. Termine a obra que Deus te confiou. Não sei o seu chamado, mas pode ser que muitas almas estejam esperando um louvor ou uma palavra que saia da sua boca para que elas venham conhecer a Deus, não por ouvir, mas por vê-lo!

Que Deus os abençoe.

(Claiane Lamperth)

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