RELACIONAMENTOS

Fonte da imagem: comshalom.org

Fonte: Psiconlinews - Você abre mão de quem você é em um relacionamento?
Autor: Matheus Coelho
Link do site: http://www.psiconlinews.com/

Olá amigos de Deus, tudo bem? Gosto muito de ler as postagens do 'psiconlinews' e essa mensagem me chamou a atenção, então selecionei algumas partes que achei mais interessantes para compartilhar com vocês. Espero que gostem. 

No início de um relacionamento é comum as pessoas ressaltarem o que o parceiro tem de melhor, deixando de lado e não dando importância a características menos favoráveis. Só que muitas pessoas esquecem que estas características também fazem parte do outro. Isso geralmente acontece, pois a parte emocional da mente age mais rápido do que a parte racional, e essa lógica geralmente relega aspectos objetivos das coisas. Mas esse enxergar apenas o lado bom tem uma consequência lógica: o desejo de querer sempre estar perto da outra pessoa.

E isso não é ruim, desde que os sentimentos que as aproximam sejam conscientes. Mas pode acontecer, e não é raro, da pessoa se despersonalizar e “abrir mão” de quem é, só para ser aceita em um relacionamento amoroso, relegando seus interesses e vontades. Isso pode acontecer de forma consciente ou inconsciente, sem que a pessoa se dê conta disso. É como se fosse um expectador de sua própria vida, não tendo desejos e seguindo apenas o que o outro fala. 

Perdem suas características, deixam de ser quem são e não conquistam relacionamentos sadios.

“O amor é cego”. Quem nunca ouviu isso? É mais ou menos isso que acontece no início. Fechamos nossa visão para enxergar tudo e preferimos ficar apenas com a parte boa, mesmo que ela não seja tão boa assim.

Para conseguir lidar com essas questões do dia a dia é preciso investir em desenvolver a inteligência emocional. E não há uma fórmula mágica. O que se precisa é de tempo, aprender quem é você, a ouvir o outro e a opinião de cada um. Isso não é garantia de que o relacionamento vai dar certo, mas pode-se evitar muitos conflitos no futuro quando as pessoas estão conscientes de quem são e quando conseguem enxergar quem é o outro. É também muito importante que a autoestima esteja equilibrada para que as escolhas não sejam baseadas em sentimentos negativos.

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